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Emitir Boleto Pode Custar Caro

Atualmente o uso de boletos bancários está entre as formas preferidas para receber pagamentos.
São práticos, seguros e sua emissão fica facilitada devido a maioria dos bancos fornecerem o software necessário para sua emissão.

Porém os boletos possuem um inconveniente. O pagamento de cada boleto possui um custo que é debitado de sua conta. Estes valores variam de acordo com o banco, sendo que em casos de pequenos valores fica inviável utilizar este meio de pagamento.

Afinal receber R$ 50,00 e pagar R$ 5,00 pelo uso do boleto significa 10% do valor a receber, o que em muitos casos pode inviabilizar o negócio.

Mesmo que os valores sejam maiores, possuindo grande quantidade de pagamentos, a emissão dos boletos começa a apresentar um custo significativo.

Neste momento existe a opção de emitir carnês de pagamento. Os carnês podem ser recebidos em carteira ou conter instruções para que os valores sejam depositados em conta corrente.

Atualmente este meio de pagamento é muito utilizado por cursos, cultos religiosos, agremiações esportivas, venda de bens parcelados, recebimento de honorários, ou qualquer atividade onde exista a ocorrencia de mensalidade ou outra forma de pagamento recorrente.

Vamos citar como exemplo uma agremiação esportiva que possuia 220 associados e emitia 12 boletos por ano para cada usuário. O custo de cada boleto era de R$ 4,75.
Utilizando o programa de Carnê de Pagamentos, conseguiu economizar R$ 12.540,00 ao longo do ano.

Existe no mercado uma série de softwares para emissão de boletos, sendo que também podem ser obtidos diretamente do seu banco. Porém no caso da emissão de carnês são poucas opções de qualidade. Dentre as facilidades oferecidas, estes produtos devem possuir o Cadastro de Clientes, o Contas a Receber e Recebidas e emitir a Capa e as folhas dos Carnês.

Recomendamos o software Carnê de Pagamentos, desenvolvido por ControleNaNet. Para conhecer este produto  clique aqui.
O programa funciona online e é isento de qualquer custo até o limite de 50 lançamentos.

Atualmente muitas empresas e profissionais estão migrando para esta modalidade de recebimento.
Utilize o produto e avalie a possibilidade de passar a utilizar este meio de pagamento. Após o uso envie seu comentário.

Para saber mais sobre cobrança  clique aqui,  porque assim você vai conhecer a obra Vendi e Não Recebi. Este material contém inúmeras dicas sobre cobranças, modelos de fichas de clientes, emails para cobranças e contratos de prestação de serviços.

No próximo boletim informativo, estaremos trazendo mais dicas para você.

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O Fim do Boleto Sem Registro

O fim do boleto sem registro foi anunciado pela FEBRABAN – Federação Brasileira dos Bancos.
A aplicação da nova regra está sendo realizada em etapas, de acordo com o cronograma divulgado abaixo:

– Junho de 2015 –  A cobrança sem registro deixou de ser oferecida para novos clientes.
– Agosto de 2015 – Teve Início a operação da base centralizadora de benefícios
– Dezembro de 2016 – Terminou a migração das carteiras de cobrança sem registro para a modalidade registrada
– Janeiro de 2017 – Início da operação da base centralizadora de títulos

A diferença entre os dois tipos de cobrança é que a Cobrança com Registro deve ser registrada no sistema do banco e a Sem Registro, que é mais barata, não.

Esta orientação da FEBRABAN causa diversos impactos:

Na cobrança sem registro a tarifa somente é cobrada caso o título seja pago.

Já na cobrança registrada, onde todas as informações do boleto devem ser enviadas ao banco, antes de sua emissão, são cobradas tarifas no momento da inclusão, alteração e na baixa do boleto. Ou seja, você pode pagar mais de uma tarifa para o mesmo boleto, mesmo não havendo o seu pagamento. Isto pode elevar os custos da cobrança, em média 3 vezes, comparado ao boleto sem registro.

O impacto desta medida afeta de imediato as vendas em lojas virtuais, onde o cliente emite o boleto e na maioria das vezes não efetua o pagamento.

Alguns bancos ainda permitam a cobrança sem registro, para clientes que aderiram a esta modalidade antes de 2015 e que não foram obrigados a mudar para a cobrança com registro. Porém a partir de 2017, estes boletos somente poderão ser pagos no banco em que forem emitidos.

E qual a solução? Utilizar o antigo método de cobrança através do carnê de pagamento.
Amplamente utilizado para recebimento de pagamentos recorrentes
E qual a solução? Utilizar o antigo método de cobrança através do carnê de pagamento.
Amplamente utilizado para recebimento de pagamentos recorrentes, onde é constante o contato com o credor, como é o caso de escolas, cursos, condomínios, transportes escolares, templos, associações e mesmo rede varejistas.
Também está sendo utilizados por outras empresas, sendo que no corpo do carnê, indicam a conta para depósito.

Alguns alegam que a  vantagem do boleto com registro bancário é que, em caso de não pagamento, ele pode ser protestado em cartório, o que não é verdade, pois os boletos não são títulos protestáveis.
Quando o banco envia um título a protesto o que está sendo protestado não é o boleto e sim o título de crédito indicado, geralmente uma duplicata mercantil ou de serviço.
Para recebimentos com carnês deve-se adotar o mesmo procedimento.

Para saber mais sobre este tema, recomendamos a leitura da obra Vendi e Não Recebi, que explica melhor o processo do protesto.

Quanto ao uso de carnês de pagamento em substituição aos boletos bancários clique aqui e conheça a solução para emissão de Carnês de Pagamentos.
O programa funciona online e é isento de qualquer custo até o limite de 50 lançamentos.

Atualmente muitas empresas e profissionais estão migrando para esta modalidade de recebimento.
Teste o programa Carnê de Pagamentos e avalie a possibilidade de passar a utilizar este meio de pagamento. Após o uso envie seu comentário.

No próximo boletim informativo, estaremos trazendo mais dicas para você.

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