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O Fim do Emissor Gratuito de Nota Fiscal

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informa que a partir de janeiro de 2017 os aplicativos gratuitos para emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) serão descontinuados.

Com a gradual adesão das empresas aos sistemas de documentos eletrônicos, o Fisco Paulista verificou que a maioria dos contribuintes deixou de utilizar o emissor gratuito e optou por soluções próprias, incorporadas ou personalizadas a seus sistemas internos.  No mercado há muitas opções de emissores, alguns deles com uma versão básica gratuita.

Os emissores gratuitos são oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet com o objetivo de massificação do seu uso. Apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios.

Os contribuintes que tentarem realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e receberão a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores.

A Secretaria da Fazenda recomenda que os usuários que já tenham o aplicativo instalado, façam a migração para soluções próprias antes que a introdução de novas regras de validação da NF-e e do CT-e impeçam o seu correto funcionamento.

Fonte: SEFAZ-SP

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O Que é Capital de Giro?

Capital de giro significa o capital necessário para financiar a continuidade das operações da empresa, como recursos para financiamento aos clientes (nas vendas a prazo), recursos para manter estoques, recursos para pagamento aos fornecedores (compras de matéria-prima ou mercadorias de revenda), pagamento de impostos, salários e demais custos e despesas operacionais.

Podemos observar, conforme o próprio nome indica, que o capital de giro está relacionado com todas as contas financeiras que giram ou movimentam o dia-a-dia da empresa, como se fosse o sistema circulatório no corpo humano.
Se o capital de giro está relacionado com as contas financeiras que giram ou movimentam o dia-a-dia da empresa, podemos concluir que:

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A interpretação das situações acima nos leva a determinar em quais contas a empresa precisa aplicar recursos e de que contas a empresa obtém recursos para financiar o capital de giro.

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Um conceito importante para entendimento do capital de giro está relacionado à Necessidade de Capital de Giro.

A Necessidade de Capital de Giro indica o montante de recursos que a empresa precisa para financiar suas operações, ou seja, o valor dos recursos que a empresa precisa para que seus compromissos sejam pagos nos prazos de vencimento.

A Necessidade de Capital de Giro representa a diferença entre o montante de recursos aplicados em capital de giro (I) menos o total dos recursos que a empresa consegue para financiar o capital de giro (II)

COMO CALCULAR A NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO?

Existem diversos métodos que levam ao mesmo resultado. Por isso, vamos optar por um método simples e de fácil compreensão, como foi o método adotado pela Malharia Alfa.

A Malharia Alfa é uma confecção de pequeno porte, que produz diversos artigos para vestuário feminino e mantém estoques para pronto atendimento aos seus clientes.

Nos últimos dois anos, para pagar os compromissos em dia, a empresa vem tomando empréstimos bancários. Preocupado com tal situação, o Sr. Fonseca, proprietário da empresa, decidiu levantar a Necessidade de Capital de Giro da Malharia Alfa.

Ele tomou como base os dados dos controles internos: controles de contas a receber, controle de estoques e controles de contas a pagar.
Os dados levantados pelo Sr. Fonseca foram:

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Na situação levantada, a Malharia Alfa precisa de R$100.500,00 para pagar seus compromissos
em dia, ou seja, a Necessidade de Capital de Giro da Malharia Alfa é de
R$100.500,00.

Fonte: Manual Como Elaborar Controles Financeiros – SEBRAE

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Modelo Prático de Fluxo de Caixa

Fluxo de caixa é um instrumento de gestão financeira, que projeta para períodos futuros todas as entradas e as saídas de recursos financeiros da empresa, indicando como será o saldo de caixa para o período projetado.
No caso das empresas de pequeno porte, a projeção do fluxo de caixa para um período de quatro a seis meses é tempo suficiente para a gestão do capital de giro. Ressaltamos que, quando falamos num período de quatro a seis meses, significa que, ao final de cada mês, projetam-se novamente os períodos seguintes, de modo que sempre teremos informações para um horizonte de quatro a seis meses.

É DIFÍCIL PREPARAR O FLUXO DE CAIXA?
Para as empresas que têm os controles financeiros bem organizados, a preparação do fluxo de caixa é fácil.
Entretanto, se a empresa ainda não tiver controles de forma organizada, é bastante provável que, nos três primeiros meses, o fluxo de caixa ainda não seja um documento confiável, porque algumas projeções ficarão ou superestimadas, ou subestimadas, alguns custos ou despesas não terão sido previstos. Se isso lhe acontecer, não fique frustado:
primeiro é preciso organizar-se para ter dados confiáveis.
As seguintes informações ou estimativas para o período de tempo definido (três, quatro ou seis meses) serão necessárias para a preparação do fluxo de caixa:

4.1 Previsão de vendas e os respectivos prazos de recebimentos.
4.2 Previsão das compras e os respectivos prazos de pagamento aos fornecedores.
4.3 Levantamento dos valores a receber dos clientes, das vendas já realizadas.
4.4 Levantamento dos compromissos a pagar aos fornecedores e pagamento de despesas operacionais mensais.
4.5. Levantamento das disponibilidades financeiras existentes.
Considerando que a Malharia Alfa tem as informações básicas, citadas anteriormente,então vamos preparar três planilhas para nos auxiliar nesta tarefa

Planilha para a projeção do Fluxo de Caixa

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Planilhas auxiliares: uma para projeção dos recebimentos das vendas a prazo
e outra para projeção de pagamentos aos fornecedores .

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De posse dessas planilhas e, admitindo que desejamos preparar um fluxo de caixa para os próximos quatro meses, vamos organizar os dados e transportá-los para as planilhas.

4.1 PREVISÃO DE VENDAS E OS RESPECTIVOS PRAZOS DE RECEBIMENTOS
Qual será o valor das vendas para os próximos quatro meses?
Se sua empresa já trabalha com a previsão estabelecendo as metas de vendas, sua tarefa torna-se mais simples: basta calcular o valor que sua empresa espera vender nos meses seguintes.
Caso contrário, considere as vendas realizadas no mesmo período do ano anterior como ponto de partida.
Com base nas vendas passadas e expectativas de crescimento, é possível projetar futuros negócios.

Exemplo – previsão de vendas:
Mês 1 e 2 = R$60.000,00/mês; mês 3 = R$75.000,00 e mês 4 = R$69.000,00.
Condições de recebimentos das vendas: 10% à vista; 40% com 30 dias; 40% com 60
dias; 10% com 90 dias.
Com base nessas informações, você prepara a previsão dos recebimentos das vendas, ou seja, o período (dia, semana, mês) em que os recebimentos das vendas ingressarão no caixa da empresa.
Para preparar a previsão dos recebimentos, vamos elaborar a planilha auxiliar para Previsão de Recebimentos.

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4.2 PREVISÃO DE COMPRAS E OS RESPECTIVOS PRAZOS DE PAGAMENTO AOS FORNECEDORES
Utilizando as informações da Malharia Alfa, sabemos que o custo das matérias-primas representa 35% do valor das vendas.
Os prazos para pagamentos aos fornecedores serão: 30% à vista; 20% com 60 dias;
40% com 90 dias; 10% com 120 dias.
Em primeiro lugar, precisamos calcular a previsão ou metas de compras mensais:

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É importante você ficar atento quanto ao montante de compras a ser efetuado. De modo geral, as compras têm relação direta com a quantidade a ser produzida ou total de vendas.
Para evitar que a empresa fique com estoque excedente, as metas de compras não
devem ultrapassar a previsão de consumo, ou seja:
Consumo de matérias-primas para as indústrias ou serviços;
Custo das mercadorias vendidas (CMV) para o comércio.
Estabelecida a meta de compras, e conhecendo os prazos para pagamento aos fornecedores, o próximo passo será elaborar a planilha auxiliar para calcular o pagamento das compras.

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4.3 LEVANTAMENTO DOS VALORES A RECEBER DE CLIENTES
Se a empresa vende a prazo, como é o caso da Malharia Alfa, então ela tem valores a receber de seus clientes.
Os controles de contas a receber fornecerão as informações para o fluxo de caixa, ou seja, os valores do contas a receber serão levados para a planilha do fluxo de caixa.

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Se parte da sua clientela costuma atrasar os pagamentos, então, procure descobrir esse índice de atraso (inadimplência), para que sua previsão de recebimento não fique furada.
Caso constem nos controles de contas a receber valores já vencidos e de difícil recebimento, não os inclua no fluxo de caixa, pois isso resultará numa previsão irreal, já que dificilmente aqueles créditos serão recebíveis.
Se a empresa já descontou cheques pré-datados ou duplicatas no banco, então esses
valores já foram recebidos. Considere somente os valores que efetivamente entrarão no caixa da empresa.

4.4 LEVANTAMENTO DOS COMPROMISSOS A PAGAR
De maneira similar ao tópico anterior, levante, por meio dos controles de contas a pagar os compromissos que a empresa tem com fornecedores, impostos, financiamentos e as despesas operacionais que ocorrem todos os meses, como folha de pagamento, encargos mensais sobre a folha de pagamento, aluguel, energia, telefone, retiradas dos sócios, serviços de contabilidade, para citar os principais.

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4.5 LEVANTAMENTO DAS DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS EXISTENTES
Na data da preparação do fluxo de caixa, levante as disponibilidades financeiras da empresa, como dinheiro em caixa, cheques para depósitos, aplicações financeiras de resgate imediato, outras aplicações de curto prazo.
Na preparação do fluxo de caixa, o total das disponibilidades existentes será o saldo
inicial de caixa.
Para a Malharia Alfa, o Sr. Fonseca verificou que as disponibilidades financeiras à época da elaboração do fluxo de caixa foi de R$4.250,00.
Verificamos que o Sr. Fonseca já preparou todos os dados necessários para o fluxo de caixa. Agora, a tarefa dele será digitar os dados na planilha, e em pouco tempo ele terá a projeção de caixa da Malharia Alfa.

post125Fonte: Manual Como Elaborar Controles Financeiros – SEBRAE

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Aprenda a Controlar seu Estoque

O principal objetivo da gestão de estoques consiste em evitar o excesso ou a falta de suprimentos para produção e vendas, bem como evitar os extravios de estoques.

O excesso de estoques acarreta diversos problemas para a empresa, em termos tanto de custos (maiores espaços, seguros, cuidados, etc.) quanto de perdas financeiras (dinheiro parado). Por outro lado, a insuficiência representa problemas para o processo produtivo (paradas de produção, aumento do tempo de produção, queda de produtividade) e problemas de vendas (redução de vendas, insatisfação de clientes, etc.) tudo isso reduz a lucratividade da empresa.

Embora a gestão de estoques seja uma tarefa bastante trabalhosa – tanto pela variedade de itens comercializados, como ocorre nas empresas varejistas, quanto pela quantidade de informações necessárias à gestão.

Alguns controles e procedimentos simples facilitam essa gestão:
Controle físico e financeiro de estoques (já mencionado anteriormente);
Política de compras (mencionada para elaboração do fluxo de caixa);
Análise comparativa: estoque atual x estoque desejado (já mencionada no cálculo da necessidade de capital de giro);
Análise comparativa: estoque atual x valores a pagar aos fornecedores;
Custo econômico dos estoques excedentes;
Armazenagem e arrumação adequada dos produtos;

Para melhorar a gestão de estoques, em primeiro lugar analise os seguintes dados:

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(*) Refere-se aos dados da Malharia Alfa.
(**) Sugerimos que você mantenha dados de vários meses para comparar as diferenças mensais entre o valor dos estoques e o total a pagar aos fornecedores.

Esse histórico de dados possibilita-lhe desenvolver ações para melhorar a gestão de estoques.
Os dados de estoques da malharia Alfa indicam:
Que a empresa tem estoque excedente no valor de R$16.900,00;
R$12.000,00 de estoques são financiados com recursos próprios ou empréstimos bancários
(R$54.000,00 – R$42.000,00), comparando o valor total do estoque e os valores a pagar aos fornecedores.

Para as empresas que têm aperto de caixa e precisam recorrer a bancos para pagar seus compromissos em dia, a situação desejada é que os estoques sejam financiados pelos fornecedores, ou seja, o total dos estoques não deve ser maior que o valor a pagar aos fornecedores. Quando o valor do estoque é financiado pelos fornecedores, significa que a empresa não precisa de capital de giro para financiar estoques.

Se o objetivo da empresa é manter os estoques necessários às suas operações financiadas pelos fornecedores, então, o prazo médio de estocagem deve ser menor ou igual ao prazo médio de pagamentos aos fornecedores.
Outra informação importante para você aperfeiçoar a gestão de estoques será avaliar o custo econômico do estoque excedente.

O estoque excedente representa a diferença entre o valor do estoque da situação atual e o valor do estoque da situação desejada.

Para a Malharia Alfa, verificamos que o valor do estoque excedente foi de R$12.000,00
(R$54.000,00 – R$42.000,00), conforme calculado anteriormente.
De modo geral, as empresas do comércio varejista trabalham com grande variedade de produtos. Essa variedade de itens torna a gestão de estoques bastante complexa e invariavelmente provoca estoque excedente. O valor do estoque excedente representa a principal causa de estrangulamento financeiro, ou seja, aperto de caixa.
O custo econômico dos estoques excedentes indica quanto a empresa deixa de ganhar ao manter estoques acima dos níveis desejados. O cálculo anual desse custo, representado a seguir, é relativamente simples. Para fazê-lo, precisamos estimar uma taxa de juros que a empresa conseguiria aplicar em seu negócio.
Um exemplo seria usar a taxa de desconto que você conseguiria junto aos fornecedores pelas compras à vista.

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O estoque excedente é a diferença entre a situação real e a situação ideal
(R$126.750,00 – R$78.000,00) = R$48.750,00.
Isso significa que a empresa tem R$48.750,00 investidos em estoques sem necessidade, ou seja, esse dinheiro está parado. Se esse valor está parado, a empresa deixa de ganhar, pois, se tivesse esses recursos disponíveis, ela poderia utilizá-los para obter descontos em compras à vista ou, então, financiar os clientes que precisam de prazos maiores, evidentemente cobrando juros nessas vendas e, com isso, terá condições de aumentar as vendas e os lucros do negócio.
Admitindo que a empresa consiga aplicar os recursos excedentes (R$48.750,00) a taxa de 3,0% ao mês (que equivale a 42,5% ao ano), então o custo econômico do estoque excedente será:

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O resultado indica que a empresa deixou de ganhar R$20.719,00 por ano, devido à manutenção de estoque excedente. Em outras palavras, a empresa joga pelo ralo R$20.719,00 por ano, por causa da deficiência da gestão de estoques.
Mantendo essa política de estoques excedentes, imagine o quanto a empresa jogará pelo ralo, ao final de três anos. Pense nisso!

Hora de praticar.
Para melhorar a gestão de estoques da sua empresa/negócio, comece fazendo as seguintes análises:

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Se o montante de estoque encontrado na situação (1) for maior que o valor encontrado na situação (2), então a diferença encontrada representa o valor do estoque excedente.

Se o valor da diferença for negativo, significa que a empresa não tem estoques excedentes, ou seja, a gestão de estoques é bastante eficiente, e não existem recursos jogados pelo ralo.

Se a empresa está operando constantemente com aperto de caixa e recorre a empréstimos bancários, verifique se esse aperto financeiro não é decorrente de estoques excedentes.

Avalie se, em seu ramo de atividade, é interessante promover uma liquidação de estoques. Se isso for possível, baixe os preços e faça dinheiro com os produtos que estão parados no estoque. Essa medida possibilita aumentar as vendas, e o mais importante, você venderá produtos que não precisam de reposição, ou seja, entrará dinheiro novo no caixa.

Eis alguns exemplos, citando os principais, de alguns setores/ramos de atividades em que você pode promover uma liquidação dos estoques parados: alimentos e bebidas, artigos de vestuário, móveis e artigos de decoração, jóias e relógios, eletrodomésticos, produtos de higiene e limpeza, presentes e papelaria.

Fonte: Manual Como Elaborar Controles Financeiros – SEBRAE

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Como Calcular o Preço de Venda dos Produtos

Existem duas formas de se chegar ao preço de venda de um produto. A primeira delas é fazendo um cálculo com base nos custos e despesas e a segunda é definindo o preço de venda com base no que é cobrado pelo mercado.

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Para que tenha sucesso na definição do seu preço é necessário que se levem em conta os dois fatores, já que de nada adianta fazer o cálculo pelos custos e despesas, se no final o preço não ficar atrativo aos clientes. Por outro lado, é insensato estabelecer o preço com base na concorrência sem saber se este valor será suficiente para arcar com os custos do seu negócio.

Neste artigo vamos abordar o Markup, que é um índice que quando multiplicado pelo preço de custo do produto fornece seu preço de venda.

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A definição do markup, que pode ser um para cada produto, torna o cálculo do preço de venda extremamente simples e garante segurança nas negociações estabelecendo limites para possíveis descontos.

Este índice é formado pelas despesas fixas, despesas variáveis e pela margem de lucro.

Despesas Fixas – (DF) : São despesas que não estão vinculadas diretamente ao produto. As despesas fixas existem independentemente de existir uma venda. São enquadradas como despesas fixas aluguel, telefone, luz, salários e quaisquer outras despesas necessárias para o desempenho do negócio. Para definir este percentual some todas as despesas fixas e verifique o percentual que representa na venda de cada produto.

Despesas Variáveis – (DV) : São aquelas que acontecem juntamente com a realização da venda. Enquadram-se neste quadro os impostos, as comissões. Para definir este valor some todos os percentuais  que incidem na venda de cada produto.

Custo do Produto – (CP) : É o preço de compra ou gasto para produzir o produto.

Margem de Lucro – (ML) : É o número que define o que se espera de lucro sobre o preço unitário do produto.

De posse destes valores use a fórmula a seguir para determinar o Markup.

Markup = 100 / [100-(DF+DV+ML)]

Para determinar o preço de venda multiplique o Markup pelo Custo do Produto.

Preço de Venda = Markup x CP

Exemplo Prático 1:

Vamos considerar que seu produto ou serviço custa 50,00, e que você tem os seguintes índices:

DV=10%, DF=10% e ML=10%

Aos cálculos:

Markup = 100/[100-(10+10+10)]
Markup = 100/(100-30)
Markup = 100/70
Markup = 1,4286

Assim, no acima, para se obter o preço de venda, basta multiplicar o valor que representa o custo direto unitário da mercadoria pelo índice encontrado. Ou seja:

Preço de Venda = 50,00 x 1,4286 = 71,43

É importante lembrar que a margem de lucro sobre o preço de venda nunca poderá ser superior a 100%. Você verá que se fizer o cálculo com uma magrem de lucro muito alta, próxima de 90%, 95%, o resultado se torna exponencial, cada vez mais alto. Por isso, atenção, não confunda o lucro esperado sobre o seu custo com a margem de lucro esperada sobre o preço de venda. Como o valor do lucro está embutido no valor do preço final de vendas, a margem percentual nunca poderá ser maior do que 100%.

Exemplo Prático 2:

Agora vamos assumir que a sua empresa se enquadra no Simples Nacional, compra um produto por 100,00 e que seu histórico de faturamento indica um percentual de impostos de 10% sobre o preço de venda.

Além disso, você paga comissão para cada produto vendido no percentual de 2%.

E que as despesas fixas de acordo com o seu histórico representam 6% do faturamento. Imaginemos, por fim, que você pretende ter de retorno uma margem de lucro de 15% sobre o preço de venda.

Então, teremos:

Markup = 100/{100-[(10+2)+6+15]}
Markup = 100/[100-(12+6+15)]
Markup = 100/(100-33)
Markup = 100/67=1,4925

Preço de Venda = 100 x 1,4925 = 149,26

Agora, para os produtos cujo preço já foi estabelecido, basta dividir o preço de vendas pelo custo direto do produto (custo de produção ou aquisição).

Por exemplo:

Você tem um produto que é vendido por 100,00, e cujo custo direto é 50,00. Para conhecermos o markup dele, basta dividirmos o preço de venda (100,00) pelo preço de custo (50,00)

Markup = 100/50 = 2

Enfim, estas são algumas informações sobre markup que consideramos que vale a pena você conhecer, empreendedor. Esperamos que o conteúdo te ajude a precificar melhor seus produtos e serviços e, sobretudo, a ter uma gestão mais ágil.

Ps: Estes exemplos fora extraídos do site www.endeavor.org.br

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