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Quem Cobra Rápido Recebe Primeiro

Ninguém está isento de inadimplência por parte dos bons e maus pagadores.
Todos já nos deparamos com situações, onde vendemos algum produto ou serviço e não recebemos conforme previsto.

Pode ter sido o recebimento de notas promissórias, duplicatas, cartões, pendências de prestação de serviço e mão de obra, carnês, cheques sem fundos ou sustados, etc.

E quando isso acontece a solução é partir para a cobrança.

Cobrar dívidas atrasadas é uma missão que exige conhecimento. O índice de inadimplência em grandes empresas normalmente é baixo, porque além da análise
de risco na concessão do crédito, também existe um departamento de cobrança que trabalha com profissionalismo.

E quando se trata de receber, a primeira coisa que se deve tem em mente é que a dívida deve ser cobrada.
Parece óbvio, mas muitas vezes não é o que acontece.

A possibilidade de se receber é muito maior quando a cobrança é feita com rapidez.
Existem técnicas que indicam que a cobrança deve ser iniciada no dia seguinte ao atraso.
A partir deste dia a cobrança deve ser efetuada sequencialmente,  em períodos de tempo que variam de acordo com o cliente, sendo que a intensidade e rigidez deve aumentar progressivamente.

Acontece que quando o cliente encontra-se em dificuldades financeiras, irá quitar quem está cobrando primeiro.
Com o passar do tempo, aumentando sua possibilidade de insolvência, os credores retardatários não serão pagos.

É muito mais fácil receber logo no início. Com o passar do tempo, a possibilidade de acordo se torna mais complexa com possibilidade de amargar o prejuízo.

Porém como dissemos para que você tenha sucesso é necessário que conheça todas as técnicas envolvidas durante o ciclo da cobrança.

Para saber mais sobre cobrança recomendamos que clique aqui,  porque assim você vai conhecer a obra Vendi e Não Recebi. Este material contém inúmeras dicas sobre cobranças, modelos de fichas de clientes, emails para cobranças e contratos de prestação de serviços.

No próximo boletim informativo, estaremos trazendo mais dicas para você.

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O Fim do Boleto Sem Registro

O fim do boleto sem registro foi anunciado pela FEBRABAN – Federação Brasileira dos Bancos.
A aplicação da nova regra está sendo realizada em etapas, de acordo com o cronograma divulgado abaixo:

– Junho de 2015 –  A cobrança sem registro deixou de ser oferecida para novos clientes.
– Agosto de 2015 – Teve Início a operação da base centralizadora de benefícios
– Dezembro de 2016 – Terminou a migração das carteiras de cobrança sem registro para a modalidade registrada
– Janeiro de 2017 – Início da operação da base centralizadora de títulos

A diferença entre os dois tipos de cobrança é que a Cobrança com Registro deve ser registrada no sistema do banco e a Sem Registro, que é mais barata, não.

Esta orientação da FEBRABAN causa diversos impactos:

Na cobrança sem registro a tarifa somente é cobrada caso o título seja pago.

Já na cobrança registrada, onde todas as informações do boleto devem ser enviadas ao banco, antes de sua emissão, são cobradas tarifas no momento da inclusão, alteração e na baixa do boleto. Ou seja, você pode pagar mais de uma tarifa para o mesmo boleto, mesmo não havendo o seu pagamento. Isto pode elevar os custos da cobrança, em média 3 vezes, comparado ao boleto sem registro.

O impacto desta medida afeta de imediato as vendas em lojas virtuais, onde o cliente emite o boleto e na maioria das vezes não efetua o pagamento.

Alguns bancos ainda permitam a cobrança sem registro, para clientes que aderiram a esta modalidade antes de 2015 e que não foram obrigados a mudar para a cobrança com registro. Porém a partir de 2017, estes boletos somente poderão ser pagos no banco em que forem emitidos.

E qual a solução? Utilizar o antigo método de cobrança através do carnê de pagamento.
Amplamente utilizado para recebimento de pagamentos recorrentes
E qual a solução? Utilizar o antigo método de cobrança através do carnê de pagamento.
Amplamente utilizado para recebimento de pagamentos recorrentes, onde é constante o contato com o credor, como é o caso de escolas, cursos, condomínios, transportes escolares, templos, associações e mesmo rede varejistas.
Também está sendo utilizados por outras empresas, sendo que no corpo do carnê, indicam a conta para depósito.

Alguns alegam que a  vantagem do boleto com registro bancário é que, em caso de não pagamento, ele pode ser protestado em cartório, o que não é verdade, pois os boletos não são títulos protestáveis.
Quando o banco envia um título a protesto o que está sendo protestado não é o boleto e sim o título de crédito indicado, geralmente uma duplicata mercantil ou de serviço.
Para recebimentos com carnês deve-se adotar o mesmo procedimento.

Para saber mais sobre este tema, recomendamos a leitura da obra Vendi e Não Recebi, que explica melhor o processo do protesto.

Quanto ao uso de carnês de pagamento em substituição aos boletos bancários clique aqui e conheça a solução para emissão de Carnês de Pagamentos.
O programa funciona online e é isento de qualquer custo até o limite de 50 lançamentos.

Atualmente muitas empresas e profissionais estão migrando para esta modalidade de recebimento.
Teste o programa Carnê de Pagamentos e avalie a possibilidade de passar a utilizar este meio de pagamento. Após o uso envie seu comentário.

No próximo boletim informativo, estaremos trazendo mais dicas para você.

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